IconeBONECOS

A alegoria mais original e emocionante do Berbigão do Boca são os BONECOS, personagens que lembram as Maricotas do Boi de Mamão, a mais expressiva e famosa manifestação folclórica de Florianópolis e região.

Os Bonecos, criação do artista, folclorista e pandorgueiro Alan Cardoso, homenageiam personalidades de relevância na vida da cidade e do seu Carnaval, infelizmente falecidas, para que sejam eternamente lembradas como exemplos de dedicação à arte ou atividade que abraçaram e onde foram destaque.  

Assim, reverenciamos:

1995 - Lagartixa (Rei Momo)

1996 - Luiz Henrique Rosa (músico e carnavalesco)

1997 - Beto Stodieck (jornalista e folião de bloco de sujos)

1998 - Nego Tuca (músico, DJ e batuqueiro)

1999 - Zininho (compositor, com destaque para o Hino de Florianópolis)

2000 - Paru (folião incansável, destaque dos Blocos de Sujos) e Neide Mariarosa (cantora)


2001 - Djalma do Piston (músico)

2002 - Meyer Filho (artista plástico) e  Negão Tenente (pandeirista e passista)

2003 - Bia Rosa (promoter social)

2004 - Pedrinho do Pandeiro (músico e compositor, autor do Hino do Berbigão) e  Carlinhos da Tuba (músico)

2005 - Aldírio Simões (jornalista e promotor cultural) e Cláudio Hahn da Silva, o  Miro (jornalista)

2006 - Yoldory Bittencourt (empresário e folião) e  Serratine (músico)

2008 - Bulcão Viana (ex-Prefeito de Florianópolis),  Ricardinho Bavasso (colunista) e Ademar Ben Johnson (garçon no Mercado Público)

2009 - Tullo Cavallazzi (maesdtro da Banda Philarmônica Desterrense), Avez Vous (carnavalesco e dirigente da Embaixada Copa Lord) e Ariel Bottaro Filho (jornalista)

2010 - Hélio Cabrinha (dirigente da protegidos da Princesa) e  Nivaldinho Machado, o Dedão (batuqueiro)

2011 - Nega Tide (cidadã-samba e rainha hors-concours do Berbigão do Boca) e Mestre Dica (promotor musical e dirigente da Unidos da Coloninha)

2012 - Franklin Cascaes (folclorista e "bruxo"), Airton Oliveira (carnavalesco e organizador do Carnaval) e Adilson Coelho (cidadão-samba por 6 anos seguidos).

2013 - Paulo Dutra (fotografo e Carlos Magno (artista plástico)

2014 - Maestro Mendes e Orlando Pessi (Torrado)

2015 - Pitanga

2016 - Hassis e Arsênio

LAGARTIXA

ETERNO_REI_MOMO.jpg07/05/1925 - nasce em Florianópolis Hilton da Silva.
1935 - surge em Florianópolis a figura do Rei Momo.
1940 - Lagartixa fica conhecido como folião dos carnavais de Florianópolis, sendo lembrado para a função do Rei Momo.
1940 -  surge o bloco "Aí vem a Marinha" cujos integrantes vestiam-se de mulher, prática adotada pelo Carnaval ilhéu e logo adotada por Lagartixa.
1985 - sofreu o primeiro derrame e passa a andar com dificuldade.
1986 - participa do último carnaval como Rei Momo.
1991- sofre o segundo derrame.
18/02/1997 - após sofrer o terceiro derrame, faleceu aos 71 anos.


 LUIZ HENRIQUE ROSA

                                                                                                                    Nasceu em Tubarão, Santa Catarina, em 25 de novembro de 1938, mudando-se para Florianópolis aos 3 anos de idade.
Em 1961 se transfere para o LUIS_HENRIQUE_ROSA.jpgRio de janeiro, na efervescência da Bossa Nova, lançando em 1963 o LP chamado "A Bossa Moderna de Luis Henrique" na Philips (Phonogran) do Brasil, que conquistou as paradas de sucesso em todo o país, com as canções Sambou, Sambou, No Balanço do Mar e Vou Andar por Aí.
Em 1964 embarcou para os EUA onde residiu por 7 anos gravando seus próprios LP com participação de músicos brasileiros e americanos. Em 1970 a peça musical Joy 66 escrita por Luis Henrique e Oscar Brow Jr. foi apontada como um dos cinco melhores trabalhos Off Broadway em New York. Além desses trabalhos fez concertos em mais de 40 universidades dos EUA. Fez sucesso em Los Angeles e participou como convidado numa excursão pelo Japão. 
De volta ao Brasil em 1972 Luiz Henrique fundou a gravadora ltagra e lançou em 22 de setembro o primeiro LP de sua marca com músicas inéditas. Fundou na cidade que adotara, a Banda Amor à Ilha, inspirada na Banda de Ipanema do Rio de janeiro, criou o Bar Samburá, na Praça XV de Novembro e recebeu no Carnaval de 1979 a visita de Liza Minelli, amiga da temporada novaiorquina, que gravou composições suas. Luiz Henrique Rosa foi o primeiro ilhéu a se designar como Manezinho da Ilha com orgulho, expressão até então pejorativa. Compôs até morrer aos 46 anos, cerca de 200 músicas..

Faleceu de acidente automobilístico no dia 9 de julho de 1985, quando saía do trabalho no Bar Armazém Vieira, em Florianópolis.


BETO STODIECK

BETO_STODIECK.jpgSérgio Roberto Leite Stodieck, o Beto nasceu em Florianópolis no dia 10 de junho de 1946. Curtia como poucos o Carnaval dos Blocos de Sujos, tradição de Florianópolis onde os homens vestem-se de mulher e saem as ruas em Blocos ou individualmente. Brincava sempre acompanhado do inseparável amigo Peixoto.
No final da década de 60 entrou na faculdade de Direito no Rio de Janeiro, onde também iniciou o jornalismo, trabalhando em O Jornal, veículo pertencente aos Diários Associados.
Em 1971 estréia como colunista no jornal O Estado, assinando posteriormente página no Jornal de Santa Catarina.
Em 1980 vai morar em Nova Yorque.
Em 1983 lança o "Nanico" e o independente Jornal do Beto, marco na história do jornalismo catarinense. Beto retorna ao jornal de Santa Catarina em 1988, muda novamente para o jornal O Estado, escrevendo até um mês antes de sua morte, ocorrida em 6 de agosto de 1990 aos 44 anos.


NEGO TUCA

TUCA.jpgAntônio Carlos Costa, o Tuca, nasceu no dia 28 de novembro de 1948.
Começou no Carnaval numa das mais tradicionais alas da escola de samba Protegidos da Princesa, denominada Os Incontroláveis, por muitos e muitos anos. Foi tesoureiro da referida escola.
Na vida carnavalesca foi diretor de de bateria do bloco da Boate Dizzy, que realizava o "Enterro da Tristeza", tradição que permanece até hoje na cidade, sempre na quinta feira antes do Carnaval, quando acontece a abertura informal dos folguedos momescos.
Participava com afinco e animação de blocos populares com a rapaziada do Morro da Malária, Carico, Gilson, Deto, Darci e outros. Foi discotecário da boate Dizzy e professor de violão.
Sua alegria e entusiasmo o tornou conhecido e querido pelo povo dessa Ilha que tanto o amou.Faleceu em 13 de setembro de 1995.


PARU

PARU.jpgHélio do Amaral Lange nasceu no dia 8 de março de 1927. Seu primeiro emprego foi no Departamento Estadual de Geografia a Cartografia durante os anos de 1945 à 1960, ingressando posteriormente na Universidade Federal de Santa Catarina onde permaneceu até sua aposentadoria.
Recebeu o título de Comendador, outorgado pelo Governo do Estado. Participou de várias modalidades esportivas com absoluto sucesso (Futebol, Vôlei, Basquete, Atletismo, Natação, Caça Submarina, Tênis de Campo e Mesa, Bolão e Vela).
Foi campeão brasileiro da pesca do Badejo e da Enxada, títulos não reconhecidos, pois os participantes comeram os peixes antes da pesagem.
Sagrou-se campeão da disputa Glutões por ter comido sete alguidares de Feijoada. Exímio bebedor de cerveja, pessoa alegre e afável, reconhecido por todos que o conheceram. Faleceu em 23 de janeiro de 1998.


NEIDE MARIA ROSA

NEIDE_MARIA_ROSA.jpg

Nasceu em 11 de abril de 1936.
Começou a cantar em 1950 aos 14 anos na Rádio Guarujá.
Foi crooner da orquestra do Clube 12 de Agosto aos 12 anos, passando para a rádio Diário da Manhã, onde fez novelas e programas de revista feminina Gessy Lever.
Em 1965 até 1970 esteve no Rio de Janeiro cantando com Elizete Cardoso no Copacabana Palace.
Em 1969 participou do Festival Internacional da Canção onde sagrou-se a melhor intérprete.
Em 1970 voltou, cantando nas rádios, no seu restaurante Baveros na Lagoa, no hotel Diplomata e no hotel Cabanas da Praia Mole. Em 1983 foi trabalhar no C.I.C. (Centro Integrado de Cultura). Em 1985 fez uma turnê pelo Peru com vários shows. Faleceu em 05 de setembro de 1994.


ZININHO

ZININHO.jpgNa última hora o poeta maior de Florianópolis escapou de se chamar Horzino e foi registrado pelo pai como Cláudio Alvim Barbosa.
Nasceu em Três Riachos, distrito de  Biguaçu, em 8 de maio de 1929.
Estreiou no palco aos 8 anos de idade com sucesso, cantando músicas caipiras, trajado como tal.
Aos 15 anos descobriu sua vocação para poesia na Rádio Guarujá.
Em 1951 veio o sucesso profissional com a música "Princesinha da ilha".
Na metade da década de 50, já bastante conhecido no meio artístico, passa a integrar a Rádio Diário da Manhã. Anos mais tarde inscreveu em outro concurso municipal o "Rancho de Amor à Ilha" que em versos enaltecia as belezas da cidade. Ganhou o concurso e por aprovação da Câmara de Vereadores tornou-se, a música, o hino oficial de Florianópolis.
Apaixonado pela ilha que tanto cantou em verso e prosa, Cláudio Alvim Barbosa - o Zininho - passou seus últimos anos lutando contra problemas de saúde.
Em 8 de setembro de 1998 a voz do poeta se calou.


DJALMA DO PISTON

DJALMA_DO_PISTON.jpgNascido em Florianópolis,  simplesmente Djalma, o ícone do Piston em nossa cidade.
Representou com maestria toda a sua irreverência com relação aos costumes da época.
Figueirense fanático, encantava até os adversários quando tocava seu piston nos jogos do grande campeão, o Figueira, levando todos ao delírio.
Acompanhou seu amigo Lagartixa (REI MOMO) nas festividades do Carnaval, sendo inúmeras vezes o personagem principal, devido ao seu grande espírito carnavalesco.
Marcou seu nome na história da boemia catarinense quando, em companhia do então comandante da Polícia Militar, coronel Ledenir, protagonizaram uma seresta na Praça XV de Novembro, montado num garboso cavalo cedido pela corporação.
Viveu seus últimos dias numa entidade espírita - SERTE, na Cachoeira do Bom Jesus, onde faleceu na década de noventa.


MEYER FILHO

MEYER_FILHO.jpgErnesto Meyer Filho, foi um dos mais importantes artistas plásticos catarinenses de todos os tempos, embora certos setores da inteligência estadual tenham demorado pelo menos três décadas para reconhecer seu valor.
Nascido em Itajaí, em 4 de dezembro de 1919, mudou-se para Florianópolis ainda menino, desenvolvendo desde a infância, intuitivamente, um gosto extraordinário pela a arte. Funcionário do Banco do Brasil na década de 40.
De espírito inquieto, avesso a mesmice do trabalho, buscou na arte, uma forma de extravasar seu potencial criativo, dedicando-se ao estudo aplicado, à pesquisa e ao exercício constante da criação.
Começou no início da década de 50 a desenvolver o que seria sua marca pessoal e artística: um estilo inconfundível, que mesclava elementos da mitologia, do fantástico e do folclórico da Ilha de Santa Catarina, com inspirações de ordem cósmica, baseados na figura do Galo. Fundador da GAPF (Grupo de Artistas Plásticos de Florianópolis). Faleceu em 22 de junho de 1991.


NEGÃO TENENTE

NEGAO_TENENTE.jpgJoão da Costa, o Tenente, desfilou em todas as escolas, inclusive nos blocos mais tradicionais. Tenente representa a máxima do compositor Noel Rosa de que o sonho não se aprende no colégio. Nasceu sambista, de família tradicional do Morro da Caixa, reduto copalordiano, tinha o samba na cabeça e tinha o samba no pé.
Quando o primeiro surdo repicava na cidade, encarnando o espírito carnavalesco, ele descia o morro com o movimento de todos os dias dando lugar ao pandeiro alojado embaixo do braço, com o costumeiro sorriso largo estampado no rosto. Tenente foi um artista do samba, foi eternizado como um sambista nota dez.

Faleceu em 1998.


YOLDORY BITTENCOURT

YOLDORY_BITTENCOURT.jpgNasceu em 05 de abril de 1927, na cidade de Laguna (SC).
Com apenas 25 anos assumiu a direção da empresa familiar G. Cardoso Bittencourt, fabricante do renomado Café Otto, onde permaneceu até 1976. Fundador do Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Estado de Santa Catarina, tendo sido seu presidente durante vários anos.
Grande carnavalesco, manteve por mais de vinte anos o bloco  "Amanhece Bom Jesus", nome dado em homenagem a localidade onde, há 30 anos possui casa de veraneio, no norte da Ilha de Santa Catarina.
Integrou o Conselho Deliberativo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Protegidos da Princesa. Foi sócio benemérito e presidente de honra. Desfilava no Bloco "Sou + Eu" e "Ânsia de Vômito" e para abrir o Carnaval, nunca deixou de se integrar a maior festa da Ilha, o "Berbigão do Boca".
Grande apreciador de whisky, tinha como hobby freqüentar bares onde rolava a boa música popular brasileira. Frequentador assíduo do Mercado Público e dos morros da cidade. Faleceu em 04 de agosto de 2005, aos 78 anos.


                                            ALDÍRIO SIMÕES

ALDIRIO_SIMOES_DE_JESUS.jpgAldírio Simões de Jesus nasceu em Florianópolis em 05 de janeiro de 1942.
Como qualquer garoto do interior da ilha e de família modesta, desde cedo teve que contribuir para o orçamento familiar, na pesca e na agricultura de subsistência. Trabalhou como balconista na Confeitaria Chiquinho e na A Soberana.
Militou em todos os ramos da imprensa: o rádio, a televisão e o jornal. Manteve por longos anos no rádio o famoso programa "Clube do Samba".
Publicou dois livros - Domingueiras com crônicas jornalísticas e Retratos à Luz de Pomboca - reunindo entrevistas com personagens ilhéus.
Foi superintendente da Fundação Franklin Cascaes.
Promoveu inúmeros eventos que marcaram época, como o Torneio de Dominó, a Maratoma, a Paru-Fest e tantas outras culminando com o Troféu "Manézinho da Ilha". Boêmio assumido não dispensava seus famosos roteiros etílicos de fins de semana. Faleceu no dia 22 de janeiro de 2004 aos 62 anos.


PEDRINHO DO PANDEIRO

PEDRO_PAULO_FAZZINI.jpgPedro Paulo Fazzini era paulista, nascido em Ilhabela no dia 2 de agosto de 1935. Ganhou o apelido de Pedrinho do Pandeiro pela intimidade e domínio do instrumento musical.
Empresário bem sucedido, era um amante da noite, lobo da madrugada, boêmio assumido dos botequins da vida. Entre a boêmia do Praia Clube, do Clube dos 100 e dos bares que costumava freqüentar, era respeitado por tomar os mais variados tipos de bebidas, como cerveja acompanhada de caipirinha e campari.
“Percebo que a minha felicidade, vem muito da alegria que consigo provocar nos outros. Se eu fizer você contente, contente ficarei”, ensinava Pedrinho. Veio para Florianópolis fazer festa a convite de seu amigo Paulo Abraham (o Boca), apaixonou-se pela a cidade e ficou.
Era aceito em  qualquer roda de samba. Tocava com entusiasmo seu pandeiro, que nunca deixava o samba cair.
Em suas viagens fora de Santa Catarina, Pedrinho habituou-se a fazer propaganda de Florianópolis, enaltecendo suas belezas, seu povo e o nível de vida da cidade.
Era o compositor oficial do Berbigão do Boca e do Bloco Sou+Eu e respirava Carnaval por todos os poros. Era um autêntico folião.
Faleceu no dia 11 de fevereiro de 2003 aos 67 anos e está enterrado em sua terra natal.


MIRO

CLAUDIO_SILVA___MIRO.jpgCláudio Hahn da Silva nasceu em Florianópolis em 7 de janeiro de 1956 e foi modelo e boa-pinta, como se dizia naquele tempo.
Na época do Colégio Catarinense e do Kioski, Miro, apelido familiar que o acompanhou por toda a vida, arriscava e rascunhava nos cadernos, poesias amorosas. Amante como sempre gostou de ser, não rejeitava convites para festas e para uma mesa de bar. Conhecido e querido de todos, não demorou a ser convidado para o colunismo, onde desempenhou com estilo no Jornal O Estado e com algumas passagens na telinha do SBT.
Com sua timba, ao lado dos amigos, esquentava as noites do verão e do período momesco. Desfilava vestido de mulher no Bloco Sou+Eu, desde seu início. Já no Berbigão do Boca participou de todos os eventos. Deve estar brincando o Carnaval ao lado do Luiz Henrique, Aldírio, Zininho, Tuco, Bia e Pedrinho. Faleceu no dia 20 de janeiro de 2004 aos 48 anos.


BIA ROSA

BEATRIZ_ROSA___BIA_ROSA.jpgMaria Beatriz da Rosa nasceu em Florianópolis, no dia 13 de agosto de 1949 e sempre gostou, participou e organizou festas.
Na sua Escola de Samba Protegidos da Princesa, foi Chefe de Ala por muitos anos.
Organizava também os camarotes para o desfile da Escolas de Samba.
Promoter da Boate Dizzy, desde 25 de setembro de 1988 até 21 de março de 1995, continuava a promover festas em parceria com Paulinho Schuller. Foi várias vezes jurada de Concursos de Fantasia. Participava e ajudava na organização do Bloco Enterro da Tristeza. Era presença certa no Carnaval e em todos os eventos sociais.
Faleceu em 28 de fevereiro de 2000 aos 50 anos.
Em 2001, recebeu o Troféu Manezinho da Ilha.


SERRATINE

DANILO_DE_SOUZA_LUIZ.jpgDanilo de Souza Luiz era um dos mais autênticos dos manezinhos da ilha. Nascido em 1 de janeiro de 1936, não era conhecido nem por Danilo de Souza nem por Luiz e sim por Serratini, por ter trabalhado por longos anos para a Família Serratini.
Aprendeu música na Banda Amor a Arte com o mestre Vespaziano, permanecendo em torno de 10 anos na Banda.
Com seu espírito aventureiro ingressou numa companhia de circo que estava se apresentando em Florianópolis. Começou no circo como músico mas não parou aí. Apresentou o número principal do circo “As águas dançantes”; domou elefantes, alimentou os tigres e outros bichos. Fora isso, criou, para melhor impacto, um nome Russo, “Mister Bobersyki”, conhecendo toda América do Sul e alguns países da Europa.
Retornou, após 15 anos à Banda Amor a Arte, assumindo papel de destaque como saxofonista solista.
Participou de todos os eventos do Berbigão do Boca, sempre com sua boina vermelha e grande alegria.
Danilo, mais conhecido como Serratini e Boina, faleceu em 24 de outubro de 2004.


BULCÃO

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CARLINHOS DA TUBA

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RICARDINHO BAVASSO

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ADEMAR BEN JOHNSON

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ARTISTA PLÁSTICO
(responsável pela confecção dos Bonecos do Berbigão do Boca)

ALLAN CARDOSO (natural de Fpolis/SC)

Faltam 96 dias para o Berbigão do Boca 2019.